Cardeal Richelieu

O Cardeal de Richelieu, de seu nome Armand Jean Du Pleiss foi duque, político francês (Paris, 1585 - Paris, 1642) e primeiro-ministro de Luís XIII de 1628 a 1642;

Foi o arquitecto do absolutismo real na França e da liderança francesa na Europa.

Foi consagrado Bispo de Luçon em 1607 e orador do clero nos Estados Gerais de 1614, passando a fazer parte do conselho da regente Maria de Médici po rPostal máximo Cardeal Richelieu - França volta de 1616. Tornou-se cardeal em 1622.

Foi temporariamente excluído após a ascensão ao poder de Luís XIII, mas em 1624 já contava com a confiança do rei, entrando no Conselho do rei, de que rapidamente se tornou a personagem principal.

Em relação à política interna, destruiu o poder político e a capacidade militar dos huguenotes e deu continuidade à política absolutista de Henrique IV. Alheou o partido católico "Dévot" e a hierarquia judicial. Esforçou-se por submeter os nobres, aos quais proibiu os duelos e reprimiu as conspirações contra ele (execução de Chalais, Cinq-Mars e Thou). A sua administração foi assinalada por reformas úteis nas finanças, no exército e na legislação (código Michau). Foi o criador do absolutismo real, pôs fim aos privilégios provinciais com a centralização administrativa e a instituição de intendentes. Fundou a Academia Francesa. A sua política de tributação entre as classes mais baixas criou um estado de revolta constante em diversas províncias.

img/selo_richeliuchampaign_franca.jpgNecessitava de dinheiro para financiar a activa política externa contra o poderio da casa da Áustria (Habsburgos) e, durante a Guerra dos Trinta Anos, subsidiou os protestantes holandeses, dinamarqueses e suecos para que lutassem contra os Habsburgos. Ocupou a Valtelina (1624-1625), Pignerol e Mantua. Conseguiu contra ela a aliança da Suécia, declarou guerra à Espanha (1635) e conquistou o Roussillon (1642). Combateu o partido protestante, obtendo-lhe a rendição em La Rochelle e Montauban, mas concedeu-lhe o perdão em Alès (1629). O partido católico, irritado pela sua política externa, não conseguiu, entretanto, a sua demissão. Richelieu também apoiou as revoltas anti-espanholas na Catalunha e em Portugal (1640).

Foi sucedido por Mazarin, que se preparou para dar continuidade à sua política.


 


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