História

 

As terras de Condeixa foram dadas por D. Afonso Henriques ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Os frades do Mosteiro ficaram encarregues de povoar as terras que lhes pertenciam e, entre outras terras, fundaram Condeixa-a-Nova porque Condeixa-a-Velha já existia, pelo menos, desde o abandono de Conímbriga. No entanto, o nome de Condeixa-a-Nova só apareceu escrito, pela primeira vez, em 1219, reinava então D. Afonso II que era neto de D. Afonso Henriques.

Nos primeiros séculos da sua existência, Condeixa-a-Nova cresceu pouco e no início do século XVI só contava com 20 famílias (fogos). Mas em 1502, o rei de Portugal , D. Manuel I quando se deslocava para Santiago de Compostela passou por Condeixa-a-Nova e gostou da paisagem e do clima. Talvez por isso, mandou construir a Igreja Matriz e em 1514 deu-lhe um foral. Formou-se então a Freguesia de Condeixa-a-Nova com terras que pertenciam às freguesias de Condeixa-a-Velha e do Sebal.

Por causa do foral e sobretudo devido à estrada Lisboa-Coimbra-Porto, Condeixa-a-Nova foi-se desenvolvendo e crescendo bastante, de tal modo que em 1601 já tinha quase 200 fogos, ou seja entre 800 e 1000 pessoas.

Em 17 de Abril de 1838, Condeixa deixou de fazer parte do concelho de Coimbra e passou ela própria a ser concelho.

Situada a 12 Km de Coimbra, Condeixa-a-Nova confina com os concelhos de Montemor-o-Velho, Soure, Penela, Miranda do Corvo e ainda com o da capital do distrito.

O concelho é composto de dez freguesias, num total de oitenta e oito lugares.

 

 

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